Uma luz enganadora? Anjos do bem… e… anjos do…

Uma luz enganadora? Anjos do bem… e… anjos do…

No domingo passado, chegando no Texas, EUA de uma viagem ao Japão, alugamos um carro aqui no aeroporto de Dallas-Fort Worth e estávamos a caminho de Austin, capital do estado americano do Texas.  Nessa cidade reside a minha sogra, mãe da Phyllis. No caminho, à noite, eu decidi ligar o rádio do carro para me manter acordado. Ao invés de música, sintonizei inesperadamente numa entrevista de uma programa tipo “Talk Show” onde um médico cristão que trabalha no “ER”, ou seja, “Sala de Emergência” de um hospital na Carolina do Norte estava sendo entrevistado.

Dr. Lesslie além de médico é um autor. Em vários dos seus livros, ele fala sobre anjos. Ele acredita que anjos servem e guardam as pessaos que ele atende nas piores condições no “PS” Pronto Socorro de emergência no hospital onde trabalha. No meio da entrevista, o “host”, ou seja, o “entrevistador” pediu para o Dr. Lesslie relatar uma de suas experiências marcantes no “PS” e falar sobre a diferença que a fé faz nessa vocação dele.

Foi aí então que ele contou a história desse rapaz de uns 40 anos de idade que tabalhava como paramédico. Depois de deixar uma pessoa no PS do hospital nas mãos do Dr. Lesslie, de volta para as ruas para atender emergências, esse paramédico teve um mau súbito. O seu amigo que dirigia a ambulância imediatamente voltou para o hospital com ele desacordado. Chegando no PS, o próprio Dr. Lesslie atendeu e percebeu que ele havia infartado. Ele chegou morto na emergência. Não havia os sinais vitais. Durante um bom tempo, o Dr. Lesslie e sua equipe tentaram reanimá-lo mas não obtiveram sucesso. Finalmente, uma das enfermeiras disse ao Dr. Lesslie: “Não adianta mais. Ele está morto. Não há batimento cardíaco. Há somente uma linha reta no monitor”.

Dr. Lesslie disse: “Vou tentar mais uma vez, apesar da exaustão”. Dito e feito! O rapaz recobrou os sentidos, os batimentos voltaram à normalidade, a pressão arterial foi restabelecida e ele sobreviveu.

O emocionante da história vem agora. Quando o Dr. Lesslie lhe perguntou como foi a experiência de estar morto por um tempo, o rapaz respondeu: “Eu via uma luz ficando cada vez mais forte. Havia alguém com o braço estendido me esperando. Ao mesmo tempo, eu ouvia lá no fundo as vozes dos médicos aqui na sala de emergência tentando me reanimar. Quando a enfermeira disse ‘Não adianta mais’, eu cheguei bem próximo dessa pessoa que me esperava no meio da luz intensa e então percebi que o rosto dele era a cara de um lobo. Dr. Lesslie, eu nunca mais quero ver esse lobo na minha frente, concluiu ele”.

À essa altura, eu, Antenor, estava quase parando o carro no acostamento para “respirar fundo”! Eu estava ligadíssimo na entrevista e em cada palavra que o médico relatava. Não era um pastor, um “crente emocionado” dando um testemunho ou um sensacionalista qualquer. Uau! Que coisa!

Mas, o mais emocionante ainda, vem agora! Esse rapaz que não era cristão e que não tinha nenhum interesse em coisas espirituais, mudou a sua vida. Assim que se recuperou, saiu do hospital, pediu a sua aposentadoria, tornou-se um cristão, entrou num seminário e hoje serve a Deus como um pregador numa cidade a uns 45 km de onde mora o Dr. Lesslie.

Nesse domingo, eu estarei pregando numa igreja no estado do Novo México aqui nos EUA. Eu não costumo começar o meu sermão com uma história. Isso não é uma boa exegese! Mas, dessa vez, vou abrir uma exceção e contarei essa história para fazer algumas aplicações.

Quais são algumas aplicações que você faz dessa história para a sua vida?  Você que leu, foi tocado e aprendeu alguma coisa, por favor, entre em contato comigo. Dê o seu “feedback”. Eu tenho interesse em saber como esse história mexeu com você.

Um abraço,

Antenor